segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Quanto tempo!
Saudades desse saco de pancadas aqui. Eu despejo todos meus pensamentos mais aleatórios, é tão confortável.
Tenho estado meio longe disso aqui, nunca mais escrevi, e tenho lá meus motivos - mesmo que não os conheça.
A grande verdade é que espero escrever um pequeno livro até o fim desse ano. Palavras bem jogadas ao vento, nada muito concreto, vou tentar usar uma visão objetiva, mas sei que não vou conseguir por muito tempo, saindo da imparcialidade.
Minhas reflexões tem sido bem raras, não me perguntem o motivo. Eu não sei. Eu sinto falta dos pensamentos tão constantes que apareciam de vez em quando.
Mudando um pouco de assunto, sem mudar demais, eu gostaria de comentar sobre as estatísticas e previsões da economia brasileira.
Não existe previsão. Não existe estatística. Não mais, não na realidade de hoje. A economia não é mais aquilo que todos querem dominar. É aquilo do que todos querem abrir mão.
Uniões de bancos, estatizações em toda a américa latina, aumento do poderio bélico por todo o planeta, tudo gera um contrasenso. A economia não é estável. Pelo contrário, é flexível, é metamórfica, é INCONSTANTE.
Não posso prever algo que não sei nem se existe!
Tenho estado meio longe disso aqui, nunca mais escrevi, e tenho lá meus motivos - mesmo que não os conheça.
A grande verdade é que espero escrever um pequeno livro até o fim desse ano. Palavras bem jogadas ao vento, nada muito concreto, vou tentar usar uma visão objetiva, mas sei que não vou conseguir por muito tempo, saindo da imparcialidade.
Minhas reflexões tem sido bem raras, não me perguntem o motivo. Eu não sei. Eu sinto falta dos pensamentos tão constantes que apareciam de vez em quando.
Mudando um pouco de assunto, sem mudar demais, eu gostaria de comentar sobre as estatísticas e previsões da economia brasileira.
Não existe previsão. Não existe estatística. Não mais, não na realidade de hoje. A economia não é mais aquilo que todos querem dominar. É aquilo do que todos querem abrir mão.
Uniões de bancos, estatizações em toda a américa latina, aumento do poderio bélico por todo o planeta, tudo gera um contrasenso. A economia não é estável. Pelo contrário, é flexível, é metamórfica, é INCONSTANTE.
Não posso prever algo que não sei nem se existe!
A própria base da economia de mercado já diz tudo. É uma dependência gigantesca, então, se temos um país com uma economia neoliberal como o Brasil, temos um país com uma economia totalmente descontrolada pelo estado, que pensa poder prever o futuro econômico do país. Quem pode prever não são chefes de estado, são chefes das grandes corporações que predominam no estado.
O pior é que os chefes de estado não sabem o quanto prejudicam a autonomia estatal quando abrem de tal forma a economia do país. O povo já não tem controle sobre a economia brasileira. Logo, o estado não terá também.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Carceragem doméstica.

Passa no balanço geral: homem assalta e mata advogado. As senhoras que assistem pensam "Nossa, como o mundo está hoje! Não vou sair de casa nunca mais".
Quem sabe sobre os créditos e débitos do advogado?
Nada foi dito.
Nos prendem, nos amedrontam, tudo sem dar a menor explicação.
Se a senhora sair de casa, vai morrer. Se não sair, não vai viver.
Não há diferença.
Não existem só projéteis e lâminas por aí.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Suplicy e a crise no senado.
Andei tentando tirar fotos da lua cheia. Até que consegui umas legais.

Mandei hoje um e-mail para o senador Eduardo Suplicy (PT-SP). Mandei um e-mail expressando minha admiração, meus sentimentos quando o vejo agir.

Mandei hoje um e-mail para o senador Eduardo Suplicy (PT-SP). Mandei um e-mail expressando minha admiração, meus sentimentos quando o vejo agir.
Os casos recentes do senado me fizeram feliz, me mostraram que o homem tem vontade de fazer justiça mesmo quando não há mais sinal de esperança. Suplicy abriu seu coração, pôs a raiva sincera para fora. Fez a corja imunda do senado rir, fez seus oposicionistas irados, e fez seus admiradores brilharem os olhos.
Suplicy é a personificação da política correta, eu disse no e-mail em que mandei. Não o julgo por estar ainda em um partido que afogou seus ideais faz tempo. O amor pelo partido não é fácil de largar. Só espero que Suplicy não se deixe levar pelo partido, como fez Lula, Genuíno, e recenemente Mercadantes.
sábado, 4 de julho de 2009
Acredite se quiser.
As religiões são fontes de esperança, são portos seguros. Se tornaram tão normais, que se nos dissermos ateus ou agnósticos, somos condenados ou vistos com maus olhos.
O que leva o ateu ao ateísmo?
Naturalmente, um ateu conhece o cristianismo. Ele não o adota pois não concorda com muitas de suas idéias, ou porque simplesmente não acredita na possibilidade de um deus existir.
O que leva o cristão ao cristianismo?
Dois casos. Ou o cristão se identifica com a religião e sente-se seguro com a mesma, ou, por influência de seus familiares e por medo de "ir para o inferno".
O primeiro caso é totalmente aceitável. Admiro até quem se baseia em religiões para viver seus dias e tratar as pessoas.
No segundo caso, temos um exemplo de hipocrisia, de demagogia.
Muitos ateus já leram a Bíblia. Eu, por exemplo, li o inteiro livro. Muitos cristãos não sabem nem quem foi Caim.
Muitos cristãos desrespeitam as leis de seu deus todos os dias da semana, e só lembram dele na hora de pedir proteção e uma vida melhor.
Muitos cristãos não sabem nem as últimas palavras de seu messias, Jesus.
Por que acolhem o cristianismo?
Eles não acolhem. Eles se sentem acorrentados, na obrigação de ter uma religião, caso o contrário, irão viver um inferno aqui, e quando morrerem.
Medo de ir para o inferno, medo de viver mal, até mesmo medo de um castigo.
Pois eu digo,
se Deus manda um canalha para o céu por ser cristão, e um honesto e bom homem para o inferno por ser ateu,
Deus é o maior picareta de todos.

sexta-feira, 19 de junho de 2009
Limitações culturais, ou melhor, ignorância!
Qualquer um pode ter raiva, desgosto, qualquer tipo de sentimento irado por quem se demonstra sarcasticamente ignorante em relação a algum assunto que nos interessa bastante.
O difícil é achar alguém que procure achar um motivo pra essa ignorância, que pode ser chamada de desrespeito.
A origem da ignorância, quando vem de pessoas pobres, não é do lugar onde mora, não é de sua família, não é da escola onde estudou, o buraco é mais embaixo.
Isso começa no antigo sistema colonial, quando terras foram tomadas por elites agrárias, mas não falemos sobre história agora, o que é mais curioso é que o ignorante não tem culpa da ignorância. Bom, tem um pouco, pois todos temos direito de adquirir cultura, basta se esforçar.
Com certeza o desrespeito é o problema mais grave do Brasil, mesmo não sendo presente em todos os estados, e ele provém da ignorância. Limitações e padronizações fazem as classes menos favorecidas agirem com desrespeito muitas vezes, o que faz as elites e autoridades as verem com maus olhos.
O desrespeito não envolve só palavras sujas e desagradáveis, envolve a criminalidade, a falta de ética, atos impulsivos. Não é uma coisa que atinge só as classes menos favorecidas, mas qualquer um com total desinteresse cultural. Não podemos generalizar, e não podemos julgar. Agora, por que atinge as elites também? Aí eu não sei.
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